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"Como é o trabalho de um tradutor de livros?"

Desde o início do ano, venho abordando aqui no Momento Revisão sobre tradução. Apesar de ter me formado como bacharela em Estudos da Tradução, hoje trabalho exclusivamente com revisão de textos, mas sem tirar os olhos desse outro ofício que tanto amo. 

Em uma dessas minhas buscas na internet, encontrei a entrevista do tradutor e escritor Rubens Figueiredo concedida à Revista Escola. 
Superindico essa leitura, pois é comum a visão de tradutor e escritor como pessoas que estão em lados opostos. 

Mas o que acontece quando um tradutor é também um escritor? Clique aqui para saber mais sobre isso!

Ótima leitura!

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Mestra em Letras!

A experiência do mestrado foi, sem dúvida, uma das mais intensas da minha vida até o momento. Envolvi-me não somente com a pesquisa, como é exigido para a pós-graduação, mas também com o ensino na graduação e com a extensão universitária. Tudo isso sem deixar de participar dos grupos de pesquisa da USP, dos trabalhos de preparação e revisão de livros e do ensino do francês na Aliança Francesa.  O que considero de fundamental importância no meu percurso acadêmico, sobretudo na USP, foram as pessoas que eu conheci: - as que convivi mais intimamente e que se tornaram grandes amigos; - as que me procuraram nos intervalos dos congressos para trocar uma ideia sobre nossos temas de pesquisa;   - as que passaram os intervalos comigo no café da Tia Bia; - as que trabalharam comigo, dentro e fora da USP; - as que me acolheram em São Paulo. Elas eram colegas de curso, professores e alunos de graduação. Eram as pessoas que marcavam comigo viagens para congressos, saídas, reuniões. Todas e cada uma

100 aulas dadas são 100 aulas planejadas... e pensadas!

Hoje eu comemoro a minha marca pessoal de 100 (!) aulas dadas on-line na Aliança Francesa daqui de São Paulo. Foram 100 aulas dadas, 100 aulas planejadas para o ensino remoto. Algumas dessas aulas foram de 1h30, outras de 2h, outras ainda de 3h. Foram quase 300 horas de aula dadas.  Lá em março, um pouco antes do confinamento, quando eu havia acabado de comprar trocentas canetas de cores diferentes para usar no quadro branco, quando eu havia pensando e montado uma pasta para cada turma que viesse a ter ao longo do ano, as aulas presenciais foram suspensas. Os professores da AFSP passaram duas semanas inteiras em formação, de manhã e de tarde. Naquela época, eu achei que não conseguiria dar nem a primeira aula. Mas eu dei. E me senti satisfeita com meu trabalho. Meus queridos alunos não desistiram de mim no primeiro semestre, e eu dei o meu melhor por eles. Depois vieram mais turmas. Hoje entreguei mais uma turma para o módulo 2. E, com ela, minha marca de 100 aulas dadas em um contexto

O que é um diário de pesquisa e de prática docente?

Sou aluna do programa de pós-graduação em Letras Estrangeiras e Tradução (LETRA) da USP. Esse é meu último semestre como aluna do mestrado e, por isso, decidi cursar a disciplina de Metodologia de Pesquisa em Didática e Ensino-Aprendizagem de Línguas Estrangeiras das profs Eliane Gouvêa Lousada e Heloísa Brito de Albuquerque Costa. Além de ser minha professora na pós, a Eliane é também minha supervisora de estágio PAE (em breve, farei uma postagem sobre isso!). Essa disciplina tem sido muito importante para mim, para pensar nas possibilidades de pesquisa que pretendo realizar no doutorado e na reflexão da minha prática docente. Foi graças a última aula que tivemos (sim, estamos tendo aulas on-line durante esse período de confinamento) que me deu uma vontade danada de voltar a escrever no blog. Começamos a estudar o diário de pesquisa e a importância que ele tem para o desenvolvimento e acompanhamento das pesquisas pelos próprios pesquisadores. Mas o que vem a ser um diário de pesquisa

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