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Projeto Letras Solidárias

É com muita alegria que começo este mês de novembro!


O mês mal inicia e está cheio de novidades muito gostosas!



A primeira delas é que agora faço parte do projeto Letras Solidárias. Esse projeto é desenvolvido por estudantes de graduação da Universidade Federal do Ceará (UFC) e tem por objetivo contribuir no letramento de alunos do ensino médio, capacitando-os para a prova de redação do ENEM. 



Se você também é revisor e deseja fazer parte desse lindo trabalho voluntário, clique aqui e saiba mais!





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Mestra em Letras!

A experiência do mestrado foi, sem dúvida, uma das mais intensas da minha vida até o momento. Envolvi-me não somente com a pesquisa, como é exigido para a pós-graduação, mas também com o ensino na graduação e com a extensão universitária. Tudo isso sem deixar de participar dos grupos de pesquisa da USP, dos trabalhos de preparação e revisão de livros e do ensino do francês na Aliança Francesa.  O que considero de fundamental importância no meu percurso acadêmico, sobretudo na USP, foram as pessoas que eu conheci: - as que convivi mais intimamente e que se tornaram grandes amigos; - as que me procuraram nos intervalos dos congressos para trocar uma ideia sobre nossos temas de pesquisa;   - as que passaram os intervalos comigo no café da Tia Bia; - as que trabalharam comigo, dentro e fora da USP; - as que me acolheram em São Paulo. Elas eram colegas de curso, professores e alunos de graduação. Eram as pessoas que marcavam comigo viagens para congressos, saídas, reuniões. Todas e cada uma

100 aulas dadas são 100 aulas planejadas... e pensadas!

Hoje eu comemoro a minha marca pessoal de 100 (!) aulas dadas on-line na Aliança Francesa daqui de São Paulo. Foram 100 aulas dadas, 100 aulas planejadas para o ensino remoto. Algumas dessas aulas foram de 1h30, outras de 2h, outras ainda de 3h. Foram quase 300 horas de aula dadas.  Lá em março, um pouco antes do confinamento, quando eu havia acabado de comprar trocentas canetas de cores diferentes para usar no quadro branco, quando eu havia pensando e montado uma pasta para cada turma que viesse a ter ao longo do ano, as aulas presenciais foram suspensas. Os professores da AFSP passaram duas semanas inteiras em formação, de manhã e de tarde. Naquela época, eu achei que não conseguiria dar nem a primeira aula. Mas eu dei. E me senti satisfeita com meu trabalho. Meus queridos alunos não desistiram de mim no primeiro semestre, e eu dei o meu melhor por eles. Depois vieram mais turmas. Hoje entreguei mais uma turma para o módulo 2. E, com ela, minha marca de 100 aulas dadas em um contexto

Wellington Júnio Costa: a língua francesa entre palavra e imagem

Para a primeira entrevista deste ano, convidei o professor, pesquisador e tradutor Wellington Júnio Costa . O Wellington foi meu professor de francês na Alliance Française de Belo Horizonte e também durante a minha graduação em Letras na Faculdade de Letras (FALE) da UFMG. Atualmente, ele é doutorando do programa de pós-graduação em Letras Estrangeiras e Tradução (LETRA) da USP e professor efetivo de Língua Francesa e de Ensino de Língua Francesa do Departamento de Letras Estrangeiras da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Graduado em 1996 em Artes com habilitação em Cinema de Animação pela Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG, formou-se também em licenciatura dupla Português-Francês pela FALE/UFMG em 2006. Mestre em Estudos Literários também pela FALE/UFMG, ele é tradutor da obra de Jean Cocteau para o português brasileiro e pesquisador das noções de autorretrato, autobiografia, autoficção, relação entre as artes, poética da tradução e tradução intersemiótica. Além desse currícul

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